Terceiro Dia - 20/02/12
Café-da-manhã reforçado, após longas horas de sono, fomos ao Pão-de-Açucar. Silvia nos orientou sobre ônibus a pegar e mais uma vez os mazelas aqui esperaram 40minutos para pegar um ônibus que por sorte estava tranquilo. Chegando lá já de cara vimos o Pão-de-Açucar e Morro da Urca, interligados pelo bodinho. Um Espetáculo. A Direita o Morro da Urca com seus helicópteros indo e vindo e aventureiros escaladores que pareciam formiguinas viustas do chão.
Como chegamos cedo não pegamos filas gigantes, então a subida foi tranquila. Indiscritivel a emoção de pegar aquele imenso bondinho lotado e que faz crescer aos olhos os morros visitados. Lindo e emocionante.
Descemos na priemira parada - URCA. O visual já impressiona, também dá para ver o Rio em outro angulo, mas igualmente belo e sedutor. O Cristo, a Zona Sul, a Pedra da Gávea, o Santos Dumont com seus aviões a ir e vir, o Helicópteros partindo. Além de toda a vista há também uma boa infraestrutura de lanchonetes e lojinhas, onde claro tomamos um Mate delicioso. Muitas fotos depois, inclusive nas reliquias de bondinhos antigos lá expostos, subimos para o Pão-de-açucar. Mais impressionante ainda a vista de lá, só com foto panorâmica para descrever, o Rio realmente é abençoado por Deus. Praia Vermelha, Botafogo, Flamengo, Cristo, Morro dois irmão, Copacabana e orla da Zona Sul. Lindo demais. e aliás, o sol estva sendo nosso amigo e inimigo ao mesmo tempo, porque o tempo estava claro o que nos permitiu tirar fotos lindas mas que nos castigou pela temperatura que estava o local, quente demais, só a base de muito protetor e chapeuzinho para aguentar.
Descemos após algumas filas e vimos que chegamos na hora certa, já que a fila de entrada estava quilométrica. Seguimos então ao Outback Botafogo, para encontrar Zé Rosa e Lucas. Para variar a comida estava divina, costelinhas e chopinhos para alegrar nosso almoço. Perfeito.
Dali partimos para o Aterro do Flamengo de onde sairia o Bloco Sargento Pimenta em homenagem aos Beatles. Aguardamos então Emílio e Giselle, mas a comunicação estava péssima, pois os celulares não funcionavam, então seguimos curtindo o Bloco, que arrastava milhares de pessoas. Após algumas horas com muito calor decidimos ir embora.Após longa caminhada até o metrô que estava aberto, fomos a Copacabana. Caminhamos um pouco no calçadão famoso, fotos com Drummond em meio à multidão carnavalesca e paramos num bar Devassa para curtir o pôr do sol e a bandinha que ali tocava. Subimos para a tia acompanhando Sá Ferreira novamente. Dessa vez a preguiça nos fez ficar em casa, apesar da vontade de ir ao Sambódramo, mas ficamos assistindo em casa com as tias os defiles até cair no sono.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Rio de Janeiro - parte 2
Segundo dia - 19/02/12
Despertador toca, hora de sair para conhecer um dos pontos turísticos mais falados do mundo - o Cristo Redentor. Café reforçado, conversas e orientações da tia Amelinha e Silvia e rua. Pegamos o onibus 583 com destino ao Concorvado. Mais ou menos 30 minutos de espera e embarcamos ao destino que parecia ser de todos os que estavam ali, uma mistura de raças e linguas, todos em busca do visual mais conhecido do Rio. Além disso, passagens rápidas de abelhas, pierrots, columbinas em busca do próximo bloco de rua da cidade.
Chegamos ao Concorvado e um surpresa - o trenzinho charmoso que leva ao topo só tinha ingresso para as 17h, mas eram apenas 10:30. Então o jeito foi pegar uma das dezenas de vans super organizadas para subir o Concorvado, e como o cara delas diz, apenas 8 reais a mais. No caminho o motorista meio que vai preparando você psicologicamente sobre as filas que enfrentariamos, a de comprar o ingresso e a de entrada. Ele garantia que elas assustavam, mas que eram fluidas. E realmente assustavam. Nos dividimos e cada um pegou uma fila, para assim perder menos tempo. Tudo muito organizado, desde o estacionamento até os organizadores de fila. Enfim embarcamos em mais uma van para a subida até o Cristo. A vista da subida já é linda, em plena mata atlantica.
Chegamos. Alguns degraus de subida e vimos o imponente Cristo, com seus braços abertos, lindo e cheio de encanto. Céu azulzinho nos ajudou a ter a visão perfeita tanto dele quanto de todo o visual da cidade maravilhosa. Muitos cliques e desvio dos milharaes de turistas que ali estavam tb em busca da foto perfeita. De lá dá para ver quase que o Rio inteiro, zona Sul, Pá de açucar, ponte Rio Niterói. Quanta beleza natural em uma cidade só. Ficamos cerca de 40 minutos lá em frente ao Cristo, até que o sol e o calor não nos permitisse mais.
Na descida enfrentamos mais filas para pegar as vans, mas valeu o esforço. O Concorvado e o Cristo são lindos.
Decidimos então ir almoçar próximo ao Jardim Botânico para assim aproveitar e passra o fim de tarde por lá. Por azar nossoi o ônibus que levaria a gente para lá era o mais disputado, pois levaria as pessoas da cidade à Ipanema e Leblon, lugares disputadíssimos do Carnaval, onde os melhores Blocos saem e onde toda a cariocada e turistada que está. Após 40minutos de espera, o ônibus passa a uma cvelocidade alta, típica dos motoristas cariocas, lotado de gente fantasiada cantando: "Se essa porra não virar olê, olê, olá, eu chego lá...", assim desistios de ônibus e fomos de táxi mesmo.
Almoçamos no excelente Garota da Gávea, próximo ao Jardim. Excelente pedida para famintos que nem nós.
Seguimos então ao Jardim Botânico que já de entrada nos apresenta suas palmeiras imperiais que pareciam entoar músicas de Vinícius e novelas de Manuel Carlos. Um espetáculo. Alamedas, grutas, lagos, espécies de plantas de todo tipo e de várias partes do mundo encantavam nossos olhos, saguis e pássaros nos cercavam naquele imenso jardim. Sentamos, andamos, observamos, ouvindo na nossa mente - "Quando a luz dos olhos teus na luz dos olhos meus resolvem se encontrar...".
Fechado o Jardim às 18h resolvemos voltar para casa.Para variar, ônibus demorado, lotado, com engarrafamento gigantesco, com ruas lotadas, difícil o transporte público no Rio em época de feriado, ainda mais no carnaval, que, como eles mesmos dizem, cresceu muito n os últimos anos, com a criação de centenas de blocos nos quatro cantos da cidade. Os mais famosos, como o Bola Preta, Simpatia quase amor, Banda de Ipanema arrastaram mais de 1 milhão de pessoas. Enfim, passear e conhecer o Rio nesse período era tarefa difícil, mas continuamos nossa jornada.
Paramos então antes, ja que o trânsito estava parado e resolvemos voltar a pé. Gente animada, gente bêbada, grupinhos descolados, fantasias irreverentes. Paramos para observar e ver se pegávamos algum Bloquinho e vimos o Bloco Sá Ferreira, rua próxima a da tia. Seguiomos esse que seria o Bloco de carnaval que seguiríamos todos os dias, já que ele saia na hora que estávamos voltando para casa. Parada para tomar suco numa das milhares de barracas/botecos que vendem essas delícias.
Cansados, após banho e jantar, Kathiane capotou com certa dor de cabeça, e decidimos não sair a noite para guardar energias para o dia de amanhã.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Carnaval no Rio de Janeiro
Primeiro dia - 18/02/12
Hoje é dia de viagem. Dia de arrumar as malas, pegar os documentos, checar se está tudo em ordem. Roupas, sapatos, sandalinhas e biquinis, tudo numa mala só.
Acordamos cedinho, 4:30 da manhã, para irmos ao aeroporto, com receio de pegar overbooking, mas o checking foi super tranquilo. Um atrasinho básico de 15 min e voamos rumo ao Rio de Janeiro.
As expectativas eram grandes, afinal era a nossa primeira vez no Rio, mas também estávamos com receio, afinal aterrissamos em pleno carnaval. No aeroporto já sentimos o drama, todos os taxis tabelados a 100 reais para Copacabana, simplesmente o dobro do que vale, e o frescão com filas quilométricas. O jeito foi rachar com um casal de Brasília que estava na fila com a gente.
Chegamos à aquele que seria nosso lar por 5 dias, raul pompeia, próximo ao posto 5 de copacabana, casa de tia Amelinha, muito fofa, nos esperando com um banquete, com sua filha Silvia e seus netos Felipe e André, uma simpatia.
Após um delicioso almoço fomos muito empolgados conhecer Ipanema e Leblon. Um sol de rachar, um céu muito azul, e a praia lotada iniciamos nossa caminhada. E foi aí de começamos a ver e sentir o que era o CARNAVAL do Rio. Gente de todo tipo e tribo, fantasiados no meio da avenida, brincando, bebendo, atrás de bloquinhos, era super homem, fadinha, jogador de tênis, rolo de papel higiênico no fim, um mistura de cores e enredos.
A praia estava lotada, entupida mesmo, não dava para ir pro mar, ficamos então caminhando pela orla que parecia ferver. Foi então que o pé de Kathiane começou a sofrer - parecia que a sola estava queimando. Paramos numa banca e compramos uma Ipanema e um chapéu, já para entrar no clima. entre caminhadas e bloquinhos, paramos em barzinho e um deles foi o da Devassa, para tomar um chopinho que ninguém é de Ferro. Vimos o bloco Garota de Ipanema e Sá Ferreira, muito legal.
Voltamos para casa e descansamos uma horinha para poder enfrentar a noite carioca - LAPA. Lá encontramos os amigos Zé Rosa, Emílio, Giselle e um casal amigo e Hermano e sua namorada. A Lapa estava lotada, um mar de gente sem fim. após ardua caminhada entre bebados e fantasiados chegamos ao simpático Boteko do Juca, onde tocava um sambinha legal. Conversa fora e companhias agradaveis, após alguns chopes voltamos felizes para casa num disputado táxi, que aliás é artigo raro da cidade.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Paris, Je t'aime
Paris, Paris... Como descrever tamanha beleza, tamanho glamour, tamanho mistério que se escondem nas ruas tortuosas de Paris, nos cafés, nos mercadinhos, nos croissants, nos metros, nas esquinas e em tudo que te cerca Paris.
Saudade de ti.
Saudade de ti.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
O primeiro post a gente nunca esquece
Incentivada pelo maridinho Marcelo Bloc, resolvi inciar um documentário sobre uma das minhas maiores paixões: VIAJAR. Vamos contar nossos relatos, impressões e como fizemos daquela viagem inesquecível. E como minha família também vai iniciar o "Viajando em família", também vou relatar aqui tudo o que rolou de mais interessante e os destinos Brasil e mundo.
Viajar lava a alma, enriquece nossa mente, nos faz ver novas culturas, vivenciar aventuras, provar novos sabores. Faz-nos ver a vida por outro ângulo, por outra perspectiva. E é da nossa visão que você vai ver os lugares incríveis que estão por aí.
Viajar lava a alma, enriquece nossa mente, nos faz ver novas culturas, vivenciar aventuras, provar novos sabores. Faz-nos ver a vida por outro ângulo, por outra perspectiva. E é da nossa visão que você vai ver os lugares incríveis que estão por aí.
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