segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Carnaval no Rio de Janeiro








Primeiro dia - 18/02/12



Hoje é dia de viagem. Dia de arrumar as malas, pegar os documentos, checar se está tudo em ordem. Roupas, sapatos, sandalinhas e biquinis, tudo numa mala só. 


Acordamos cedinho, 4:30 da manhã, para irmos ao aeroporto, com receio de pegar overbooking, mas o checking foi super tranquilo. Um atrasinho básico de 15 min e voamos rumo ao Rio de Janeiro.


As expectativas eram grandes, afinal era a nossa primeira vez no Rio, mas também estávamos com receio, afinal aterrissamos em pleno carnaval. No aeroporto já sentimos o drama, todos os taxis tabelados a 100 reais para Copacabana, simplesmente o dobro do que vale, e o frescão com filas quilométricas. O jeito foi rachar com um casal de Brasília que estava na fila com a gente. 


Chegamos à aquele que seria nosso lar por 5 dias, raul pompeia, próximo ao posto 5 de copacabana, casa de tia Amelinha, muito fofa, nos esperando com um banquete, com sua filha Silvia e seus netos Felipe e André, uma simpatia.


Após um delicioso almoço fomos muito empolgados conhecer Ipanema e Leblon. Um sol de rachar, um céu muito azul, e a praia lotada iniciamos nossa caminhada. E foi aí de começamos a ver e sentir o que era o CARNAVAL do Rio. Gente de todo tipo e tribo, fantasiados no meio da avenida, brincando, bebendo, atrás de bloquinhos, era super homem, fadinha, jogador de tênis, rolo de papel higiênico no fim, um mistura de cores e enredos.


A praia estava lotada, entupida mesmo, não dava para ir pro mar, ficamos então caminhando pela orla que parecia ferver. Foi então que o pé de Kathiane começou a sofrer - parecia que a sola estava queimando. Paramos numa banca e compramos uma Ipanema e um chapéu, já para entrar no clima. entre caminhadas e bloquinhos, paramos em barzinho e um deles foi o da Devassa, para tomar um chopinho que ninguém é de Ferro. Vimos o bloco Garota de Ipanema e Sá Ferreira, muito legal.
Voltamos para casa e descansamos uma horinha para poder enfrentar a noite carioca - LAPA. Lá encontramos os amigos Zé Rosa, Emílio, Giselle e um casal amigo e Hermano e sua namorada. A Lapa estava lotada, um mar de gente sem fim. após ardua caminhada entre bebados e fantasiados chegamos ao simpático Boteko do Juca, onde tocava um sambinha legal. Conversa fora e companhias agradaveis, após alguns chopes voltamos felizes para casa num disputado táxi, que aliás é artigo raro da cidade.




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