quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Rio de Janeiro - parte 2


Segundo dia - 19/02/12

Despertador toca, hora de sair para conhecer um dos pontos turísticos mais falados do mundo - o Cristo Redentor. Café reforçado, conversas e orientações da tia Amelinha e Silvia e rua. Pegamos o onibus 583 com destino ao Concorvado. Mais ou menos 30 minutos de espera e embarcamos ao destino que parecia ser de todos os que estavam ali, uma mistura de raças e linguas, todos em busca do visual mais conhecido do Rio. Além disso, passagens rápidas de abelhas, pierrots, columbinas em busca do próximo bloco de rua da cidade.
Chegamos ao Concorvado e um surpresa - o trenzinho charmoso que leva ao topo só tinha ingresso para as 17h, mas eram apenas 10:30. Então o jeito foi pegar uma das dezenas de vans super organizadas para subir o Concorvado, e como o cara delas diz, apenas 8 reais a mais. No caminho o motorista meio que vai preparando você psicologicamente sobre as filas que enfrentariamos, a de comprar o ingresso e a de entrada. Ele garantia que elas assustavam, mas que eram fluidas. E realmente assustavam. Nos dividimos e cada um pegou uma fila, para assim perder menos tempo. Tudo muito organizado, desde o estacionamento até os organizadores de fila. Enfim embarcamos em mais uma van para a subida até o Cristo. A vista da subida já é linda, em plena mata atlantica.
Chegamos. Alguns degraus de subida e vimos o imponente Cristo, com seus braços abertos, lindo e cheio de encanto. Céu azulzinho nos ajudou a ter a visão perfeita tanto dele quanto de todo o visual da cidade maravilhosa. Muitos cliques e desvio dos milharaes de turistas que ali estavam tb em busca da foto perfeita. De lá dá para ver quase que o Rio inteiro, zona Sul, Pá de açucar, ponte Rio Niterói. Quanta beleza natural em uma cidade só. Ficamos cerca de 40 minutos lá em frente ao Cristo, até que o sol e o calor não nos permitisse mais.
Na descida enfrentamos mais filas para pegar as vans, mas valeu o esforço. O Concorvado e o Cristo são lindos.
Decidimos então ir almoçar próximo ao Jardim Botânico para assim aproveitar e passra o fim de tarde por lá. Por azar nossoi o ônibus que levaria a gente para lá era o mais disputado, pois levaria as pessoas da cidade à Ipanema e Leblon, lugares disputadíssimos do Carnaval, onde os melhores Blocos saem e onde toda a cariocada e turistada que está. Após 40minutos de espera, o ônibus passa a uma cvelocidade alta, típica dos motoristas cariocas, lotado de gente fantasiada cantando: "Se essa porra não virar olê, olê, olá, eu chego lá...", assim desistios de ônibus e fomos de táxi mesmo.
Almoçamos no excelente Garota da Gávea, próximo ao Jardim. Excelente pedida para famintos que nem nós.
Seguimos então ao Jardim Botânico que já de entrada nos apresenta suas palmeiras imperiais que pareciam entoar músicas de Vinícius e novelas de Manuel Carlos. Um espetáculo. Alamedas, grutas, lagos, espécies de plantas de todo tipo e de várias partes do mundo encantavam nossos olhos, saguis e pássaros nos cercavam naquele imenso jardim. Sentamos, andamos, observamos, ouvindo na nossa mente - "Quando a luz dos olhos teus na luz dos olhos meus resolvem se encontrar...".
Fechado o Jardim às 18h resolvemos voltar para casa.Para variar, ônibus demorado, lotado, com engarrafamento gigantesco, com ruas lotadas, difícil o transporte público no Rio em época de feriado, ainda mais no carnaval, que, como eles mesmos dizem, cresceu muito n os últimos anos, com a criação de centenas de blocos nos quatro cantos da cidade. Os mais famosos, como o Bola Preta, Simpatia quase amor, Banda de Ipanema arrastaram mais de 1 milhão de pessoas. Enfim, passear e conhecer o Rio nesse período era tarefa difícil, mas continuamos nossa jornada.
Paramos então antes, ja que o trânsito estava parado e resolvemos voltar a pé. Gente animada, gente bêbada, grupinhos descolados, fantasias irreverentes. Paramos para observar e ver se pegávamos algum Bloquinho e vimos o Bloco Sá Ferreira, rua próxima a da tia. Seguiomos esse que seria o Bloco de carnaval que seguiríamos todos os dias, já que ele saia na hora que estávamos voltando para casa. Parada para tomar suco numa das milhares de barracas/botecos que vendem essas delícias.













Cansados, após banho e jantar, Kathiane capotou com certa dor de cabeça, e decidimos não sair a noite para guardar energias para o dia de amanhã.

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