domingo, 27 de maio de 2012

Segundo dia com muita chuva - Santiago


Segundo dia - sábado 26/05

Enfadados, não acordamos tão cedo. Como os apart hotéis não dão café da manhã, saímos em busca de comida. Logo encontramos um Castaño, que tem cerca de centenas por Santiago. Comemos super bem e saímos em busca do Hotel Sheraton, para comprar o ingresso do Turistik, a versão chilena daqueles ônibus de turismo vermelinhos hop on e hop off, ótimos para conhecer os principais pontos turísticos de uma cidade.

O frio castigava, mas o pior mesmo era a chuvinha fina, mas intermitente. No Sheraton, compramos nossos tickets, e mais um jantar de danças típicas, para alguns dias adiante.

No ônibus, começamos fazendo um tour quase completo na cidade. Descemos no Parque Arauco, o principal shopping center da capital chilena. Lá comemos, passeamos e fizemos algumas comprinhas, principalmente na Falabella, uma grande rede de lojas da cidade, que tem de tudo um pouco!

Após isso, pegamos novamente o Turistik e seguimos ao Museu Bellas Artes. Um belo museu, imponente, onde passamos cerca de uma hora e meia. Saímos de lá, a pé, e caminhamos até a Plaza das Armas, que é onde em o Correio Central, o Palácio de la Moneda e a Catedral de Santiago. Visitamos esta última, belíssima!

Na saída, andamos pelas ruas do centro, buscando um supermercado, para reforçar a geladeira de nosso apart/hotel. Antes de encontrar, paramos em uma loja, onde a Kathiane comprou mais duas roupas de frio, que insistia em castigar a dupla de nordestinos.

Já de noite, achamos um supermercado, fizemos compras e voltamos de metrô para o Cambiaso Apart Hotel, nossa morada. O metrô é tranquilo de andar, só lhe falta escadas rolantes. Um problema!

À noite, mais uma reserva em restaurante. Fomos ao não menos famoso Aqui Esta Coco, também pertinho de onde estávamos (a Providência é ótima!). O restaurante é fantástico, cheio de espaços temáticos, todo subdividido.






Comemos muiiiiiito bem também e, nada saída. acabamos impedidos de voltar novamente a pé por causa da chuva, que havia aumentado.Pegamos então o nosso primeiro táxi da viagem, para nossa desgraça. Com a pressa, a chuva, o vinho na cabeça, acabamos enrolados pelo taxista (e a dificuldade de calcular de cabeça as mudanças cambiais). Assim, pagamos o equivalente a R$ 32 por uma viagem que deveria custar 10% disso!

Apesar da raiva, respiramos e fomos dormir.

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